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Movimentos protestam contra violência policial em SP

Da Rede Brasil Atual

Em torno de 200 manifestantes, entre mães de jovens mortos pela polícia e membros do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra, Periferia Ativa e Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), saíram em ato pelo centro de São Paulo e ocuparam, por uma hora e meia, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).

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Uma das reivindicações dos manifestantes era que as famílias das pessoas assassinadas pela polícia recebam uma indenização equiparável ao que é pago para famílias de policiais mortos em serviço, ou seja, 200 mil reais. “Se um filho da periferia é morto pela polícia a família não recebe nada. Hoje viemos protocolar um documento pedindo indenização para essas famílias e segurança para as mães que estão sendo ameaçadas por denunciar”, protestou Jussara Basso, do Periferia Ativa.

Os manifestantes receberam a promessa de serem recebidos para reunião hoje, 14/5, às 16h, pela SSP e possivelmente pelo secretário Fernando Grella Vieira. Após desocuparem o edifício, os movimentos sociais foram até o Ministério Público protocolar mais um pedido de investigação dessas mortes.

A ação também visava denunciar a existência de grupos de extermínio dentro da Polícia Militar. No ano de 2012, 546 pessoas foram mortas por membros da corporação.

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