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Covid-19 e o transporte público nas periferias

 

O novo rodízio de carros entrou em vigor na última segunda-feira, 11 de maio. Como reflexo, houve um aumento no número de passageiros no transporte público da capital paulista. Segundo a SPTrans, os ônibus registraram 10% a mais de usuários já no primeiro dia da medida, número idêntico ao apresentado pelo metrô. Na CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a marca foi de 12%.

Matéria publicada na íntegra na plataforma Nós, Mulheres da Periferia com o título Covid-19 e o transporte público: ‘Essa semana eu me livrei e na próxima?’. A autoria é de Semayat Oliveira.

Diante do baixo índice de isolamento social na capital paulista, que tem ficado aquém do esperado desde 17 de abril, a decisão da prefeitura restringe a circulação de 50% da frota. Na prática, placas que finalizam com número par circulam apenas em dias pares e o mesmo vale para placas ímpares.

Segundo a Associação Internacional de Transporte Público (UITP), é fundamental considerar o transporte coletivo um ambiente com alto risco de contaminação. Isso porque muita gente divide um espaço confinado com ventilação limitada, não há controle de acesso para identificar pessoas potencialmente doentes e superfícies comuns para tocar (máquinas de venda automática, corrimões, maçanetas das portas).

Com o objetivo de impor medidas mínimas de prevenção, no dia 4 de maio a prefeitura anunciou a obrigatoriedade  para o uso de máscaras em ônibus, táxis e carros de aplicativos na cidade de São Paulo. A determinação inclui a equipe de trabalho e passageiros. Quem não aderir a regra corre o risco de ser advertência e impedimento de seguir viagem.

Leia o resto da matéria na íntegra no Nós, Mulheres da Periferia.