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Unesco organiza consulta internacional para combater homofobia nas escolas

Pela primeira vez no Brasil, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou uma consulta internacional abordando o bullying contra estudantes homossexuais nas escolas e universidades. A necessidade do combate deste tipo de violência norteou os discursos durante a cerimônia de abertura de um encontro no Rio de Janeiro (RJ). O evento, iniciado na terça-feira (6/12), contou com a presença de representantes de 25 países.

Para o diretor de Educação pela Paz e pelo Desenvolvimento Sustentável, Mark Richmond, da Unesco, “devemos trabalhar o bullying homofóbico nas escolas, porque jovens em todo o mundo são prejudicados por essa violência, infringindo o direito a uma educação de qualidade. O bullying influencia no desempenho dos alunos, bem como aumenta a taxa de evasão escolar”.

O encontro pretende explorar a melhor maneira de apoiar alunos e professores LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), prevenir e combater o bullying e a discriminação homofóbica e transfóbica nas escolas. A iniciativa avalia programas e políticas existentes em todo o mundo com o objetivo de compartilhar as melhores práticas e construir estratégias para o enfrentamento do problema.

Estudos recentes, como o “Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Gênero na Europa”, do Conselho da Europa, identificaram que jovens submetidos ao assédio homofóbico são mais propensos a abandonar os estudos. Eles também são mais predispostos a cometer automutilação, suicídio e se envolver em atividades que apresentam risco à saúde.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento Silva, representou o governador Sérgio Cabral (PMDB) no evento. Ele colocou o estado à disposição para buscar soluções. “Vamos implementar as recomendações desta consulta global da Unesco na busca do combate ao bullying homofóbico”.

“A consulta sobre homofobia nas escolas, que se inicia no Rio, representa um importante passo para definir conceitos e agenda que ajudem a  combater o bullying no ambiente escolar”, ressaltou o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids) no Brasil, Pedro Chequer.

Para a chefe de gabinete da Secretaria de Direitos Humanos, Ivanilda Dida Figueiredo, que representou a ministra Maria do Rosário, “os governos e a sociedade devem enfrentar a homofobia em todas as esferas, especialmente nas escolas, por meio de ações conjuntas e focadas”.

Já o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, destacou a consulta como uma oportunidade importante para a constatação dos desafios: “Com o recrudescimento da homofobia no Brasil, é fundamental traçarmos estratégias internacionais para compartilhar experiências e ações para enfrentamento da homofobia no ambiente escolar”.

A consulta acontece até esta sexta-feira (9/12). Nesta quinta (8/12), a Secretaria de Estado de Educação faz uma visita ao Colégio Estadual Julia Kubistchek, já a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos estará no Centro de Referência da Cidadania LGBT da capital e Disque Cidadania LGBT.

Participam da consulta especialistas de El Salvador, Austrália, Bélgica, Lituânia, Camarões, China, Colômbia, Dinamarca, Macedônia, Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda, Israel, Jamaica, México, Namíbia, Holanda, Peru, Samoa, África do Sul, Suécia, Turquia, EUA e Brasil.

Pela primeira vez no Brasil, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) lançou uma consulta internacional abordando o bullying contra estudantes homossexuais nas escolas e universidades. A necessidade do combate deste tipo de violência norteou os discursos durante a cerimônia de abertura de um encontro em Copacabana, no Rio de Janeiro (RJ). O evento, iniciado na terça-feira (6/12), contou com a presença de representantes de 25 países.

Para o diretor de Educação pela Paz e pelo Desenvolvimento Sustentável, Mark Richmond, da sede da Unesco, “devemos trabalhar o bullying homofóbico nas escolas, porque jovens em todo o mundo são prejudicados por essa violência, infringindo o direito a uma educação de qualidade. O bullying influencia no desempenho dos alunos, bem como aumenta a taxa de evasão escolar”.

O encontro pretende explorar a melhor maneira de apoiar alunos e professores LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), prevenir e combater o bullying e a discriminação homofóbica e transfóbica nas escolas. A iniciativa avalia programas e políticas existentes em todo o mundo com o objetivo de compartilhar as melhores práticas e construir estratégias para o enfrentamento do problema.

Estudos recentes, como o “Discriminação em razão da Orientação Sexual e da Identidade de Gênero na Europa”, do Conselho da Europa, identificaram que jovens submetidos ao assédio homofóbico são mais propensos a abandonar os estudos. Também, são mais predispostos a cometer automutilação, suicídio e se envolver em atividades ou comportamentos que apresentam risco à saúde.

O superintendente de Direitos Individuais, Coletivos e Difusos da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Cláudio Nascimento Silva, representou o governador Sérgio Cabral no evento. Ele colocou o estado à disposição para buscar soluções. “Vamos implementar as recomendações desta consulta global da Unesco na busca do combate ao bullying homofóbico”.

“A consulta sobre homofobia nas escolas, que se inicia hoje no Rio representa importante passo para a definição de conceitos, agenda e combate no ambiente escolar”, ressaltou o diretor do Programa Conjunto das Nações Unidas para o HIV e Aids (Unaids) no Brasil, Pedro Chequer.

Para a chefe de gabinete da Secretaria de Direitos Humanos, Ivanilda Dida Figueiredo, que representou a ministra Maria do Rosário, “os governos e a sociedade devem enfrentar a homofobia em todas as esferas, especialmente nas escolas, por meio de ações conjuntas e focadas”.

Já o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis, destacou a consulta como uma oportunidade importante para a constatação dos desafios: “Com o recrudescimento da homofobia no Brasil, é fundamental traçarmos estratégias internacionais para compartilhar experiências e ações para enfrentamento da homofobia no ambiente escolar”.

A consulta acontece até esta sexta-feira (9/12). Nesta quinta (8/12), a Secretaria de Estado de Educação faz uma visita ao Colégio Estadual Julia Kubistchek, já a Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos estará no Centro de Referência da Cidadania LGBT da Capital e Disque Cidadania LGBT.

Estão participando da consulta especialistas dos seguintes países: Austrália, Bélgica, Lituânia, Camarões, China, Colômbia, Dinamarca, El Salvador, Macedônia, Inglaterra, País de Gales, Escócia, Irlanda, Israel, Jamaica, México, Namíbia, Holanda, Peru, Samoa, África do Sul, Suécia, Turquia, EUA e Brasil.

Com informações da Target Assessoria de Comunicação